
"No confronto sempre tem dano", diz governador após Batalhão de Choque da PMMS ser empregado para acabar com os pontos de bloqueio já nas primeiras horas de hoje (27)
Em agenda durante II Fórum de Mudanças Climáticas que acontece nos dias 27 e 28 de novembro, governador por Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel disse nesta quarta-feira (27) que o protesto indÃgena que sinaliza a falta d'água, enfrentada há tempos por indÃgenas Jaguapiru e Bororó, se manteve após negociações graças à "interesses polÃticos".
Questionado pela imprensa após evento no auditório do Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas (Sebrae), em Campo Grande, Riedel afirmou que o Governo "não pode tolerar", para além da discussão e negociação que se estendeu por três dias, "uma paralisação do Estado".
"Hora que fecha uma rodovia, inibe o direito de ir e vir, trabalhadores que não chegam na fábrica, gente que não passa... por uma reivindicação que é justa e que foi negociada, mas o tempo todo sendo procrastinada por interesses polÃticos e tem um BO [boletim de ocorrência] feito contra a pessoa que estava incentivando as comunidades", disse.
Nas palavras do governador de Mato Grosso do Sul, até ontem (26) o desbloqueio do trecho estava acertado com os indÃgenas, porém, a área de interdição da rodovia teria sido retomada por incentivo de uma pessoa especÃfica, que estaria manipulando as comunidades locais.
"O Governo não pode ficar refém de interesses polÃticos dentro da comunidade indÃgena que a gente tem o maior respeito. Três dias o Estado parado e nós negociando. Aà ontem, por interferência de uma pessoa e de correntes de instituições públicas federais, dizendo 'vamos continuar, pressionar, que o presidente deve vir aÃ'... isso não podemos aceitar", complementa Riedel.
Reprodução: Correio do Estado.




















